Os jovens, em geral, têm uma tendência a buscar a independência, a pensar que podem tomar decisões de acordo com seus desejos ou necessidades imediatas e muitos pensam que suas vidas seriam mais simples se não dependessem dos pais. Mas assim que obtém a maioridade e podem ser declarados civilmente dependentes, responsáveis pelos seus atos, começam a perceber que as responsabilidades, as cobranças, as metas a serem alcançadas não são tão fáceis como pareciam e que só conseguirão atingir os seus objetivos porque puderam contar com a estrutura dada pelos pais. Assim, começam a entender que se conseguem fazer coisas que outrora os pais faziam por eles, é porque aprenderam com eles a se tornar adultos vivendo o exemplo do que fazer ou não fazer. Na nossa vida com Deus não é diferente, tentamos ser independentes, pensamos que podemos agir ou fazer escolhas com base em nosso coração e muitas vezes deixamos de consultar ao Senhor. Mas a Bíblia nos ensina que, se quisermos crescer e alcançar a estatura de Cristo, devemos diminuir diante de Deus e colocar diante Dele todas as nossas petições. Não somos independentes, por isso somos livres. O que parece ser uma contradição é o segredo de nossa liberdade. Somos livres, quando temos Cristo, mas a liberdade com Ele nos torna preso a Ele, enquanto o mundo se declara livre e se torna prisioneiro de suas escolhas porque não se dobram diante Daquele que pode nos libertar.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
“Sem mim nada podeis fazer!” (João 15:5 )
Essa declaração de Jesus registrada pelo apóstolo João deixa claro que nada somos se estivermos desligados de Deus. Mesmo que aparentemente prosperem os que se declaram livres e independentes de Deus e não O reconhecem como o Seu Criador, os diversos exemplos de pessoas poderosas ou ricas mostram que ninguém pode acrescentar um dia a mais em sua vida, ou que o poder e a riqueza são efêmeros. A palavra de Deus afirma que devemos viver na dependência de Dele. Precisamos aprender que sozinho não chegaremos a lugar nenhum e que sem a presença de Deus em nossas vidas nem mesmo a mais inesgotável fortuna pode preencher o vazio ou a solidão do homem. Mas quando contamos com a presença do Senhor guiando nossos passos podemos estar certos de que eles não vacilarão.
domingo, 7 de setembro de 2014
Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (João 15:5)
Hoje, o Brasil inteiro comemora a Independência do Brasil por ser um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação. As escolas ensinam e os livros registram e a célebre frase do imperador Dom Pedro I, ao declarar às margens do riacho Ipiranga: “Independência ou morte!” Se para fazer parte de uma nação próspera era necessário sair da condição de colônia e nos libertarmos da dependência de Portugal, em relação a Deus, nós cristãos, precisamos compreender que a nossa independência de Deus vai gerar morte. Ao contrário da situação do país em relação aos seus colonizadores, a nossa dependência em relação ao Criador é questão de vida ou morte. O fim do domínio português e a conquista da autonomia política foram fundamentais para que o Brasil se transformasse, pois deixou de ter a obrigação de se submeter à outra nação e passou a administrar seu próprio destino. Contudo, precisamos entender que se agirmos assim em relação a Deus nosso futuro será diferente. Para conquistarmos a nossa prosperidade pessoal, familiar e até mesmo como nação precisamos declarar: Dependência ou morte! As tentativas de se posicionarem de forma independente cada vez mais acirradas por parte daqueles que abrem brechas ao inimigo, têm levado à decadência familiar, moral e pessoal do povo. Por isso, os cristãos devem se posicionar de forma contrária ao que vem sendo popularizado pelas novelas, e até mesmo pelos debates e propagandas eleitorais e entender que a dependência de Deus é a certeza da vida eterna ao Seu lado. Por outro lado, a declaração de independência, tão estimulada pelos ímpios, quer na forma de criação de leis contrárias à Palavra de Deus ou na aceitação das falácias de que somos livres para escolher o que fazer com nosso corpo ou de que todas as formas de amor valem à pena, é a nossa sentença de morte.
sábado, 6 de setembro de 2014
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. ¶ Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. (1 Coríntios 15:57-58)
O apóstolo Paulo nos mostra o princípio elementar de um vencedor: atribuir a Deus a vitória, reconhecendo que o Senhor é que nos leva às conquistas. Mas, observe que, neste texto, o apóstolo nos ensina o segredo para permanecermos em vitória: a constância e determinação em continuar lutando, sabendo que o que o Senhor é conosco, mesmo quando as aparências mostram o contrário. Escrevendo aos coríntios, Paulo destaca que a morte foi tragada na vitória, destacando que quando estamos vivendo neste mundo corruptível estamos sujeitos a viver as vulnerabilidades do homem terreno, mas fomos criados para ser incorruptíveis. De alma vivente a espirito que vive eternamente na Glória de Deus, esta deve ser a nossa expressão máxima de vitória. E o Senhor nos garante isso, porque, pelo sacrifício de Jesus essa possibilidade transformou-se em certeza. Por isso o apóstolo afirmou que é necessário que o corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o que é mortal se revista da imortalidade.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
"Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.1-4).
A Bíblia ensina que devemos orar pelos nossos governantes que são as autoridades colocadas sobre nós com a permissão de Deus. Os governos vivem sob pressão, tentação e sedução muito grandes, porque estão cercados de interesses de todos os lados e até mesmos os mais bem intencionados acabam sendo alvos pessoas inescrupulosas e ambiciosas. Por essa razão eles precisam de sabedoria para governar e, sobretudo, precisam de nossas orações. Devemos orar pelos governantes para que Deus os capacite, mesmo que eles não creiam, mas orar não significa aprovar sua conduta.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
"Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para sua herança." Salmos 33:12
O salmista aponta o segredo do sucesso de uma nação: render-se ao Senhor. A nação que reconhece a soberania de Deus e tem a base de suas instituições fundamentadas na Sua palavra é uma nação vitoriosa. A nação que não cultua falsos deuses ou que não dá lugar de destaque ao Senhor certamente perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. A história da civilização mostra que várias nações que pareciam invencíveis foram arruinadas, no entanto aquelas que têm Deus como soberano permanecem de pé. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Feliz é a nação que estabelece seus alicerces na Palavra de Deus, que fundamenta a sua base, a família, nos princípios bíblicos, que “instrui o menino no caminho em que deve andar” Provérbios 22:6.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
“O Senhor está comigo, não temerei o que possa me fazer o homem”. Salmo 118:6
Essa expressão de reconhecimento de Davi mostra o ponto forte de um escolhido de Deus, de um homem vitorioso. Davi tinha vários defeitos, errou bastante, pecou muitas vezes, mas apesar disso foi um homem vitorioso porque confiava inteiramente no Senhor e quando errava sabia reconhecer e mostrar verdadeiro arrependimento. O fato de Deus ungir Davi, nos mostra que nossas falhas são indiferentes para Deus, se depositarmos Nele nossa confiança e se tivermos a humildade para nos mostrar dependente Dele. Nenhum mal, nenhuma dificuldade podem ser maiores do que Deus. Quem se comporta como Davi sabe que o mal se agiganta quando não colocamos Deus à frente das batalhas.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
E, quando este foi retirado, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também deu testemunho, e disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade. Atos 13:22
Uma personalidade guerreira é formada não segundo os conceitos humanos, da psicologia, mas segundo a palavra de Deus. Vemos que Davi foi um exemplo no heroísmo e na confiança em Deus por isso Deus lhe permitiu grandes vitórias, apesar de ser o menor na casa de Jessé. Quando conhecemos a história de Davi e a forma como foi escolhido para defender os israelitas de um povo que ostentava um poder bélico superior e um guerreiro do porte de Golias, entendemos claramente que a visão de Deus é diferente da nossa. Ele não vê como o homem vê. Com certeza, Ele não olhou para a fragilidade aparente de daquele pastor de ovelhas que sequer tinha a aparência de um soldado. Sem dúvida, Deus viu que o coração de Davi possuía características necessárias para ser um homem segundo Seu coração. De um simples pastor, mas com uma capacidade espiritual com grande potencial para ser aperfeiçoando, Davi foi preparado para que pudesse ocupar o trono de Israel. As muitas experiências e a sua forma de se render a Deus deram a Davi a valentia necessária para se um poderoso rei, destruindo os inimigos do povo de Deus.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Efésios 6:11
Para ter a personalidade de um guerreiro, assim como Davi, precisamos tomar posse das armas espirituais, conforme ensina o apóstolo Paulo em Efésios 6:10-17 e procurar vencer os gigantes que tentam nos derrubar. Esses gigantes se apresentam em várias áreas de nossas vidas e precisam ser identificados para que possam ser derrubados. Eles podem estar nas nossas emoções, na alma, nos sentimentos, na nossa vida familiar etc. Davi venceu Golias porque buscou a Deus e se sujeitou a Ele sem usar as armaduras do mundo. Esse foi grande segredo de seu sucesso. Antes de tomar decisões, Davi consultava o Senhor e por isso tinha êxito em tudo o que se propunha a fazer. A Bíblia relata que quando Davi deixou de agir assim teve sérios problemas cujas consequências foram danosas em sua vida. Precisamos aprender com esse rei que a vontade de Deus sempre é a melhor para a nossa vida.
domingo, 31 de agosto de 2014
“Então respondeu um dos jovens e disse: Eis que tenho visto um dos filhos de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é valente, e animoso, e homem de guerra, e sisudo em palavras, e de gentil presença; o Senhor é com ele”. (I Samuel 16:18)
Davi é conhecido na Bíblia e secularmente por ter sido um grande guerreiro, um poderoso rei e um homem segundo o coração de Deus. Esse trecho de Samuel nos mostra as características que fizeram dele um homem vitorioso em vários aspectos de sua vida. Davi era valente, alegre, combatente, firme em palavras, gentil e, principalmente, contava com a presença de Deus. Sabemos que ele enfrentou Golias sendo apenas um pastor de ovelhas e que lutou com as suas armas, contando com a mão de Deus e não com suas forças ou com a armadura de Saul. Por tudo isso ele foi reconhecido como um guerreiro do Senhor. E o Senhor estava com ele, porque ele buscava ao Senhor de todo o seu coração e O obedecia. Davi sabia reconhecer suas fraquezas e limitações e não deixava de buscar a Deus: eis o seu segredo de vitória.
sábado, 30 de agosto de 2014
E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Gênesis 12:3
O Senhor afirma que abençoará a Abraão de tal modo que todos os seus descendentes serão abençoados e que isso seria extensivo às famílias da terra. Nesse trecho vamos observar uma das primeiras declarações de vitória dada por Deus aos que são portadores da bênção. Aqueles que abençoam os que lutam pela causa de Deus receberão bênçãos, mas os que se tornam inimigos dos servos de Deus, ou os que os amaldiçoam chamarão sobre si as maldições. Nós somos, por escolha, quando aceitamos o Evangelho de Cristo e nos convertemos, descendentes de Abraão e, portanto, herdeiros dessa promessa. Apenas se dizer cristão e não se comportar conforme ensina a Palavra de Deus não nos garante a benção, mas podemos observar que a promessa se cumpre efetivamente na vida dos que cumprem a Palavra e são verdadeiramente filhos de Deus, ou filhos da promessa. O Senhor tem abençoado e prosperado os seus filhos e o contrário também tem acontecido com aqueles que amaldiçoam os escolhidos de Deus.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
“Correr com perseverança a carreira que lhe está proposta olhando para Jesus, autor e consumador da fé” (Hebreus. 12:1-2)
Sabemos que o alvo do cristão é Jesus, e os que tiram os olhos Dele fracassam. Quando atendemos a essa recomendação bíblica, com muita segurança alcançaremos a vitória. Olhar para o alvo e perseverar são condições básicas para atingirmos o sucesso. Muitos têm naufragado justamente porque se apoiam em suas próprias forças e se fixam na sua visão, tirando os olhos de Jesus. A Bíblia ensina que devemos olhar nem para a direita e nem para a esquerda e tampouco para baixo. Foi com essa compreensão que o rei Josafá seguiu ao alcance da vitória depois de orar quando recebeu o aviso de guerra dos Amonitas,“… não sabemos o que faremos, porém os nossos olhos estão postos no Senhor”. Quando olhamos para Jesus e não para o mundo, quando seguimos as orientações bíblicas e não os conselhos de pessoas insensatas, podemos ter a certeza da vitória, ainda que o mundo nos diga que somos tolos. Infelizmente, muitos cristãos vivem derrotados porque não olham para Jesus, seus olhos continuam postos no mundo e seus pecados, porque vivem desejosos de participar dele comendo suas bolotas, assim como fez o filho pródigo. Quem assim pensa não está preparado para a guerra, porque não tem um alvo definido em sua vida. Não é possível seguir Jesus olhando para trás, assim como é impossível vencer uma guerra sem olhar para o alvo.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
“Quem poderá nos separar do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues a morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou”. Romanos 8:35-37
Se nos alistamos no Exército de Cristo, se somos comandados pelo Senhor dos Exércitos, poderoso e invencível nas batalhas, conforme costumamos cantar nos cultos, esse alistamento não pode ser apenas de fachada. O verdadeiro soldado de Cristo precisa assumir de fato o compromisso com o Seu General e testemunhar uma vida coerente com os princípios que regem a sua Companhia. Isso pressupõe testemunhos de vitória nas mais corriqueiras ações. Quando cremos na Bíblia e no Deus da Bíblia não o fazemos por partes. Não dá para acreditar apenas no Deus que deu a vitória a Josué e a Gideão e pensar que esse Deus mudou nos dias atuais. Se o apóstolo Paulo diz que a vitória é certa, significa que Ele ainda quer encontrar homens e mulheres que tenham fé e certeza da vitória. Venha o que vier, custe o que custar. Se os tempos mudaram, se as guerras não são mais feitas com espada e escudo, porém Deus continua o mesmo e já nos garantiu que a vitória é nossa. É necessário viver esta vitória!
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Tu pois, sofre as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo. 2 Timóteo 2:3
Quando o apóstolo Paulo nos ensina a sofrer as aflições pela causa do Evangelho ele nos mostra que militar nessa causa, mesmo com a certeza da vitória garantida pelo sangue de Jesus, não tem o mesmo sentido conhecido ou propagado pelo mundo. A guerra santa convocada pelo Senhor não causa a destruição do próximo só porque ele tem convicções diferentes das nossas. Da forma como tem sido propagada, guerrear em nome do Todo-Poderoso é o recurso extremista que as grandes religiões monoteístas têm usado ao longo da História para proteger o que consideram ameaça aos seus dogmas ou aos seus lugares sagrados e tem sido uma distorção dos verdadeiros ensinamentos de Cristo. Paulo nos exorta ao bom combate, ao comprometimento da causa do Evangelho da paz e do amor e não ao ódio e ao derramamento de sangue em nome de Deus. Deus é amor e benevolência e certamente é o General de uma guerra santa.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. Isaías 6:8
A Bíblia se refere a Jesus como o Senhor dos Exércitos e O apresenta como no nosso General, deixando claro que neste mundo vivemos em uma constante guerra com um inimigo que se apresenta de todas as formas, embora muitas vezes sequer somos capazes de reconhecê-lo. Não podemos nos alistar no exército de Cristo sem a consciência da importância de nosso papel. Nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra as forças do inimigo que usa as mais diversas estratégias para nos tirar do alvo. Por essa razão o nosso General nos exorta a pregar o Evangelho a toda criatura. Mas antes disso devemos conhecer e viver o Evangelho. O soldado de Cristo está sempre a postos e não se exime de cumprir a sua missão. “Eis-me aqui” é a expressão atenta e constante do verdadeiro soldado que deve ter como características uma conduta ilibada, a busca da santidade, uma coerência entre o que vive e o que prega.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Tu pois, sofre as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo. Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. 2 Timóteo 2:3-4
Comemoramos no dia 25 de agosto o dia do soldado porque entendemos que o soldado é um profissional de grande importância para a sociedade, e para se alistar no exército secular há que se ter uma consciência de que essa profissão não pode ser exercida apenas no horário do expediente. A farda não é vestimenta de trabalho ao término da jornada diária. O bom soldado tem a consciência de que profissão militar exige sacrifícios em benefício da Pátria e não se despe da farda porque está fora da escala de trabalho. Com aqueles que se alistam no exército de Cristo a situação é análoga. A farda deve ser reconhecida por todos porque o soldado de Cristo milita em tempo contínuo e suas atitudes são as suas credenciais. Paulo ensina a Timóteo a que, para agradar Àquele que o alistou para a guerra, deve sofrer as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo, sem se embaraçar com negócios desta vida. O soldado deve estar a postos a todo instante, preparado para a luta, sabendo que essa luta não é contra a carne e o sangue. Precisamos estar de prontidão sempre, pois a convocação e incorporação à tropa é feita pelo nosso General. Precisamos saber que ser soldado de Cristo é algo irreversível, é um serviço constante e que dura todos os dias e horas de nossas vidas, dentro e fora do quartel.
domingo, 24 de agosto de 2014
"Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança.." (Salmos 40:4)
O salmista afirma que feliz é o homem que confia em Deus. Apesar de ser uma experiência possível ao homem que tem o coração aberto aos ensinamentos bíblicos, muitos preferem confiar nas próprias forças, ou em outros homens e com isso se frustram, pois não há nenhum poder absoluto na terra. Por mais que uma pessoa tenha poder, seja bem relacionada ou tenha inteligência privilegiada, ela nada pode diante de determinadas situação. Assim como Abraão compreendeu que os deuses cultuados pelo seu pai nada podiam fazer para resolver seus problemas e fez com seu pai compreendesse que nem ao menos poderiam se defender, e com isso depositou toda confiança no verdadeiro Deus que salva, cura e transforma, também nós precisamos ter essa compreensão e levar nossos familiares e amigos a vivenciar a maravilhosa experiência de confiar no Senhor. Precisamos entender o que o apóstolo Paulo afirmou em Romanos 12:2 “A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável” e deixar que Ele oriente nossos passos confiantes no que o Senhor afirma por meio do profeta Isaías 55:8-9“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”.
sábado, 23 de agosto de 2014
Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. Filipenses 3:7
O apóstolo Paulo faz um balanço de sua vida e considera que a melhor coisa que fez foi deixar o que parecia ser lucro na vida mundana para seguir a Cristo. Muitas vezes perdemos algo que nos parece ser bom ou lucrativo porque escolhemos seguir os princípios do Senhor e nem sempre ponderamos o valor dessa escolha diante de Deus, assim como fez Paulo. Mas se considerarmos que Deus é fiel em Suas promessas vamos compreender, sem dúvidas, que o pouco com Deus é muito mais do que a fartura longe Daquele que detém todo o poder nos céus e na terra. Quando escolhemos servir a Jesus, naturalmente, somos recompensados, ainda que aparentemente a perda seja visível aos que não têm visão espiritual para enxergar a verdadeira prosperidade.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Eu, o Senhor, a guardo, e cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia a guardarei. Isaías 27:3
Essa promessa do Senhor entregue pelo profeta Isaías nos mostra que ser próspero é poder contar com o Seu cuidado nos mínimos detalhes de nossas vidas. Assim como a vinha que é cuidada e regada para que floresça e dê frutos em seu tempo, até mesmo nas circunstâncias mais corriqueiras, podemos contar com o livramento do Senhor. Se o Senhor rega a vinha a cada momento para que frutifique, assim Ele faz com nossas vidas. Deus está afirmando, na voz de Isaías, que cuidará de nós em tempo contínuo, portanto, devemos tomar posse dessa palavra e assumirmos o nosso papel de vitoriosos em Cristo.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
“ Benção do Senhor traz riqueza; e não inclui dor alguma”. Pv.10:22
Quando falamos numa prosperidade de acordo com a perspectiva de Deus, estamos nos referindo a uma prosperidade abençoada. O que vem de Deus é acompanhado de bênçãos e de alegria. O Senhor nos dá a plenitude. Vemos que há pessoas que possuem muitos bens e podem ser consideradas prósperas aos olhos do mundo. No entanto, essa prosperidade é superficial, pois não vem acompanhada da benção de Deus e por isso não traz a paz e a tranquilidade natural dispensada àqueles que prosperam com a mão do Senhor. Vemos milionários escravos de seus bens. Famílias digladiando pelo poder e fortuna que têm. Filhos que enfrentam seus pais, ou irmãos que se matam por essa prosperidade. Enfim, em vez de comandarem o dinheiro, são comandados por ele. Mas a benção do Senhor é diferente. Ela produz um bem estar da alma e mesmo no pouco é completa.
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