Os seres humanos em geral têm uma tendência a pedir e uma certa dificuldade em agradecer ou reconhecer as bênçãos que recebem de Deus e de igual modo muitos refletem essa atitude em relação às pessoas que são usadas pelo Senhor para abençoar a vida do próximo. É muito comum nos depararmos com pessoas que atribuem seus êxitos ou conquistas ao esforço próprio ou que se esquecem de agradecer e glorificar a Deus quando estão em situação de prosperidade. Mas essas mesmas pessoas não deixam de reclamar do silêncio de Deus ou de culpa-Lo quando estão em dificuldades. Se estamos bem, precisamos reconhecer que é Deus quem nos dá o trabalho e provê os meios necessários para suprirmos nossas necessidades. O salmista nos faz refletir sobre a importância da presença de Deus tanto nos momentos de prosperidade, quanto de necessidade, pois na primeira situação, por mais que se tenha a provisão, se não for abençoada pelo Senhor, ela será facilmente consumida. E na carência ou necessidade, com a benção do Senhor, o pouco será multiplicado. Por essa razão o autor de Provérbios 15:16 afirma que é melhor o pouco, no temor do Senhor. Não são poucos os exemplos de pessoas que testificam em suas vidas que as promessas de prosperidade àqueles que honram ao Senhor com suas finanças são efetivamente cumpridas. Quando se prioriza a contribuição ao Senhor, Ele abre as janelas dos céus sobre seus servos e nos dá a direção e a sabedoria para gastarmos os recursos que Ele nos dá.
Devocionais da Igreja Cristã Manancial de Vida Contatos: devocionaisicmv@gmail.com
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
“Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará.” (Salmos 1:3)
Quando pensamos em prosperidade, temos uma tendência alimentada pela influência da sociedade consumista que ser próspero é colecionar riquezas, ou ter uma posição de destaque diante dos homens. Mas segundo a Palavra de Deus a verdadeira prosperidade é uma consequência da obediência do homem ao Senhor que jamais deixa de prover as necessidades daquele que não foge aos Seus princípios. Ser próspero na concepção de Deus é obedecer à Sua Palavra. O salmista deixa isso bem claro ao expressar no primeiro capítulo do Livro de Salmos a condição que levará o homem a prosperar. É bom lembrar que esse salmo é uma instrução ao povo de Deus. E seguindo-a, teremos o caminho para a verdadeira prosperidade. Ao usar a analogia com a planta junto ao ribeiro, que frutifica a seu tempo e com fartura, o salmista mostra que tudo o que o justo fizer terá sucesso, será fecundo, dará bons frutos...
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Bem irá ao homem que se compadece e empresta; disporá as suas coisas com juízo. Salmo 112.5
A Bíblia ensina que Deus age em favor daqueles que têm um coração compassivo pelas necessidades do próximo e estão prontos a emprestar. Aquele que atenta para as necessidades do outro e mesmo sendo enganado age com o coração voltado para Deus e faz o que Ele ensinou encontra a prosperidade, ao passo que os que fecham o coração para os ensinamentos do Senhor, mesmo recebendo as benesses não podem ser prósperos. Mesmo em aparente abastança o que têm se esvai sem uma explicação plausível. A mão de Deus opera em favor daquele que é fiel e que cumpre os Seus mandamentos. O pouco se multiplica e a provisão sempre vem, diferentemente do que ocorre com os recursos dos que agem fraudulosamente ou que não se compadecem das necessidades do próximo. Aquele que empresta, não com usura, mas para cumprir o mandamento do Senhor jamais se verá em dificuldades, enquanto o que recebe e não retribui, não paga as suas dívidas com Deus ou com os homens sempre estará a necessitar de ajuda, pois não age conforme a orientação de Deus. Muitas pessoas não entendem o motivo pelo qual suas vidas estão fadadas ao fracasso, enquanto a de outras ao sucesso. A resposta está na orientação expressa pelo salmista, entendendo que o significado do verbo emprestar vai além de socorrer um endividado, com dinheiro ou bens materiais, ele alcança a intenção de salvar o próximo das armadilhas do inimigo e aproximá-las do Senhor.
domingo, 17 de agosto de 2014
“Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais.” Josué 1:6
A promessa de Deus a Josué vem acompanhada de uma exortação que traz a estratégia para chegar à vitória. Ser forte e corajoso implica deixar para trás os medos e a resistência. Ser forte não significa confiar nas próprias armas ou condições físicas, mas crer no potencial de vitória que Deus determinou para aqueles que não fogem à luta. Ser corajoso não é enfrentar o inimigo com prepotência, mas com o conhecimento de que Deus já nos garantiu a vitória. Quando temos um objetivo, não podemos nos desviar sobre pretextos diversos. A determinação e a confiança em Deus nos levarão a alcançar o êxito. As memórias de um tempo de fracasso, as falhas, os erros, as escolhas equivocadas e suas consequências do passado são um veneno que minam as a confiança em Deus. Nenhuma emoção negativa pode se sobrepor à confiança na Palavra de Deus, pois é ali que retiramos nossa força. Quando Deus diz nos versículos 9 e 18: “Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.” A ordem é clara: não podemos duvidar e nem nos rebelar. A terra prometida sob juramento aos nossos pais será daqueles que se mostrarem fortes e corajosos.
sábado, 16 de agosto de 2014
“Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés.” (Josué 1:2-3).
Quando o Senhor disse essas palavras a Josué ele entendeu que haveria de vencer grandes obstáculos. Receber uma missão pressupõe estar disposto a enfrentar os desafios e, sobretudo, saber que dificuldades sempre surgem e que a vitória é daquele que vence os obstáculos. Josué estava consciente disso, e considerou o que Deus lhe disse: “Tu tens sete nações mais poderosas e mais numerosas, mas eu vou lançar esses obstáculos de diante de ti.” Essas palavras são um alento para aqueles que reconhecem sua fragilidade e sabem que somente em Deus podem enfrentar os mais diferentes adversários. Josué, sozinho, não teria condições de lutar contra as sete nações mais numerosas e mais poderosas do que o seu povo. Ele estava diante da adversidade, estava em visível desvantagem.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” Provérbios 28:13
Salomão nos dá uma bela orientação sobre como conseguir obter de Deus a condição para a benção. Como seres humanos somos imperfeitos e sujeitos aos erros, mas eles não devem ser a regra em nossas vidas e sim as exceções. Se Deus não fosse misericordioso e longânime não haveria um sequer a se salvar, mas isso não significa que Ele nos queira no erro. Ao contrário, Ele espera que, ao errarmos, aprendamos a reconhecer o erro, para procurarmos repará-lo e também aprender com o erro. Há pessoas que erram e se entregam ao erro, como um labirinto sem saída, porque não conhecem o que diz a Palavra de Deus, ou não têm fé suficiente para crer que Deus pode perdoar e restaurar aquele que erra e não encobre o seu erro. A questão não está no erro, mas no como reagimos a ele. Quem erra e se arrepende e não se esconde atrás do erro, cometendo uma série de outros erros obtém a misericórdia de Deus. Davi é um grande exemplo de um homem que errou e que soube reconhecer seu erro e por isso obteve o perdão e a graça de Deus. A Bíblia nos mostra que enquanto ele tentou esconder seu erro, cometeu outros tantos e se tornou refém de suas atitudes equivocadas, mas quando reconheceu e agiu com determinação de mudar de postura venceu a si próprio e conquistou a graça de Deus.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
“Disse Josué ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o SENHOR fará maravilhas no meio de vós.” Josué 3:5
A exortação de Josué ao povo, para que tivesse a condição de receber a promessa de Deus ainda é uma condição vigente nos dias de hoje. Se não rompermos com o mundo e não tivermos uma vida santificada, não veremos Deus agir em nosso meio. Essa condição vale para o servo e para toda a congregação. Nossa forma de agir diante do mundo reflete na Igreja, por isso devemos ter cuidado com o que fazemos, pensamos ou desejamos. Precisamos nos lembrar de que somos membros de um corpo e assim comprometemos o conjunto. Se há um membro doente o corpo todo ressente. Josué convida cada um do seu povo individualmente à santificação para que todos possam colher os frutos da vitória. Se no meio do povo há pecado, idolatria e rebeldia toda a comunidade se ressente, ainda que seja pecado encoberto. Romper com o mundo, deixar de servir a dois senhores, estabelecer e cumprir o compromisso com Deus são passos importantes para que a Igreja possa ver as maravilhas que Deus tem prometido em seu meio. E essas promessas se concretizarão na vida pessoal e espiritual de cada um que se compromete a se santificar para que todo o corpo seja abençoado.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
"Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus.” Lucas 9:62
Nesse versículo, Jesus nos chama a atenção para um aspecto importantíssimo na vida de um cristão e uma condição fundamental para a obtenção da vitória. O compromisso com as decisões assumidas, a fidelidade com as pessoas e com Deus são características basilares que distinguem uma pessoa vitoriosa de uma pessoa que não obtém êxito em suas empreitadas. Determinação e persistência são palavras que definem aqueles que se propõem a assumir um compromisso e não voltam atrás. Jesus estava falando sobre a importância dessas características para os servos que se dispõem a fazer a Sua obra, mas isso também vale para todas as áreas de nossas vidas. A conquista da vitória pressupõe compromisso levado a sério tanto com Deus, como com a Igreja, com o irmão, com a família, com o trabalho... O que somos na vida secular reflete nas nossas atitudes na vida cristã. Quem quebra as regras com o irmão também o faz em relação a Deus. O compromisso é a chave para a realização de uma obra. A determinação e a persistência são as armas para a conquista. Há uma expressão popular que diz: basta um pouco a cada dia, se todo dia obtemos esse pouco. Isso significa que não precisamos fazer muito daquilo que nos propusermos a fazer, mas se todos os dias, sem desistir, fizermos um pouco, conquistaremos os nossos objetivos. O nível de compromisso com os nossos objetivos determinará o grau de nossas conquistas.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
“Desde o deserto e o Líbano até ao grande rio, o rio Eufrates, toda a terra dos heteus e até ao mar Grande para o poente do sol será o vosso limite.” Josué 1:4
Observamos neste versículo que Deus dá a Josué uma visão clara e definida do que iria ocorrer se ele seguisse as Suas ordens. As instruções são bem específicas e não deixa margem para dúvidas ou alterações. Deus nos dá instruções dessa natureza e se a seguirmos não teremos motivos para nos frustrar ou para sermos derrotados. Quando Deus se manifesta não precisamos titubear. Ele quer de nós a mesma clareza. Precisamos se objetivos quando colocarmos diante de Deus as nossas petições. Quando temos clareza do que queremos podemos nos posicionar com foco. Muitas pessoas deixam de conquistar as bênçãos porque não se posicionam, não sabem exatamente o que querem, ou mudam de opinião o tempo todo. A inconstância leva à falta de persistência e isso as faz perder o foco. Deus é claro e preciso e espera de nós a mesma atitude. Saber o que quer e aonde quer chegar é um grande passo para a vitória, mas saber o que não quer, o que não deve e onde não se deve pisar também é um atributo dos vitoriosos.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
"Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçando os pés com a preparação do evangelho da paz, tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda a oração e súplica orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, por todos os santos." (Efésios 6:14-18)
Esse texto é o verdadeiro manual que contém as estratégias e as indumentárias para qualquer batalha que viermos a enfrentar. Nele temos a relação de armas de defesa e de ataque. A espada, a Palavra de Deus, é arma de ataque e de defesa. Com ela podemos enfrentar o inimigo, assim como nos ensinou Jesus ao ser confrontado por satanás no deserto. Foi usando o seu conhecimento acerca da Palavra que o inimigo tentou dobrar Jesus. Mas foi com a mesma Palavra que Jesus rebateu e o expulsou de sua presença: "Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães. Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles; e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares. Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás." (Mateus 4:1-10). Quando aprendemos a manejar essa espada, dificilmente seremos abalados por isso o apóstolo Paulo nos ensina em 2 Timóteo 2:15: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”
domingo, 10 de agosto de 2014
“Porque as armas de nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas.” (2 Coríntios 10:4)
Quando entramos em um luta, o principal passo é conhecermos o inimigo e quais sãos os motivos que nos levam a ela. Isso é de extrema importância para traçarmos as estratégias de batalha e para projetarmos o cenário da vitória. A nossa guerra, ao contrário das guerras do mundo já é uma luta ganha, todavia, não estamos dispensados das batalhas para as quais precisamos nos apresentar com o conhecimento de que a nossa vitória foi obtida na cruz, pelo próprio Cristo, que nos redimiu do domínio do maligno. Nossa luta, portanto, começa dentro de nós, porque o inimigo atua nas regiões espirituais e milita contra a nossa carne, nosso principal ponto frágil. Assim, trava-se dentro de nós uma luta contra os desejos corruptos, contra os prazeres do mundo, contra as tentações e contra as forças do mal. Mas o Senhor é o nosso General e nos indica a estratégia que devemos seguir. Podemos não saber quando e como vêm as lutas, mas a nossa certeza é a de que Deus é conosco, não importa quem venha contra nós. Nessa convicção damos o primeiro passo e avançamos para conquistar as portas grandes que irão se abrir, porque Jesus já declarou que somos vencedores! E Deus já deu a sentença: por onde quer que andares, Deus é contigo!
sábado, 9 de agosto de 2014
“Ele não permitirá que os teus pés vacilem…” (Salmos 121: 3)
A palavra de Deus na voz do salmista é um alerta e ao mesmo tempo um alento aos que entram na batalha sem a consciência de que tudo está debaixo da permissão de Deus. Nada pode acontecer sem a permissão Dele. Precisamos saber que os nossos problemas estão sob Sua autoridade e a solução para tudo passa por Ele, se quisermos ser vitoriosos. Aqueles que pensam conquistar algo sem atribuir a Deus o resultado pode estar certo de que sua conquista é efêmera ou não agrada ao Senhor. Quando cremos que a vitória não é fruto de nossa ação, mas da permissão de Deus, descansamos e encontramos paz. Podemos confiar porque sabemos que Ele não deixará nossos pés vacilarem e nos fará enxergar o caminho e nos indicará as estratégias adequadas de acordo com o perfil do inimigo ou a dimensão do problema que enfrentamos.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Com o silêncio fiquei mudo; calava-me mesmo acerca do bem, e a minha dor se agravou. Salmos 39:2
Seja no plano pessoal, profissional, espiritual, o fato é que todos querem conquistar a vitória em suas vidas, mas nem todos sabem que isso exige um plano de ação e uma dedicação. A Bíblia é manual perfeito para nos mostrar a chave e o caminho da vitória, e em todas as suas páginas podemos encontrar uma dica de como ser vitorioso. É interessante observar que nem sempre essas dicas vêm de forma explícita, com a indicação precisa do passo a passo, mas é inegável que nas suas linhas e entrelinhas estão implícitas as condições. Nem sempre essas lições estão nas narrativas das grandes batalhas ou nos feitos dos generais e homens de Deus sagrados vitoriosos em suas lutas, como vemos em Davi, Gideão, Josué, dentre outros. Muitas vezes as lições estão em histórias ou orientações de homens e mulheres comuns, outras nas falas de reis e profetas, mas se lermos a Bíblia com atenção, vamos observar que todas as orientações ratificam a ação que encaminha para a vitória. Vemos isso até mesmo nas lições dos anti-heróis bíblicos, ou nas reflexões daqueles que agiram de forma contrária aos ensinamentos de Deus. O salmista, no texto em epígrafe nos dá uma dica do que não devemos fazer para sermos vitoriosos em Cristo: quando sabemos, ou podemos fazer o bem e não o fazemos por orgulho, negligência ou falta de perdão impedimos que a força de Deus esteja sobre nós e nos enfraquecemos ainda mais. O Senhor não nos dá nenhuma forma de vitória para agirmos egoisticamente, Ele nos dá a benção para espalharmos e espelharmos bênçãos. Por isso Tiago afirma que Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado. Tiago 4:17.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
“Muitas são as aflições dos justos, mas o Senhor os livrará de todas”. Salmo 34:19
Quando nos convertemos, temos a tendência a imaginar que todos os nossos problemas serão resolvidos da noite para o dia, ou ao simples estalar de dedos. Mas não é assim. A vida do cristão não é um eterno jardim florido. E isso não é por desprezo de Deus. Na verdade, faz parte do plano de Deus para forjar em nós um espírito forte e para nos preparar para as batalhas mais difíceis, as quais Ele espera que tenhamos uma atitude proativa. Antes de tudo precisamos perceber o quanto somos pequenos e falhos e assim nos servimos das circunstâncias adversas para os pés Daquele que tudo criou, e que nos ama com amor especial. Esses momentos de extrema fragilidade nos mostram o quanto somos dependentes do amor de Deus, e o quanto precisamos ouvir o que Ele nos diz, quer por meio de Seus profetas, quer pela Sua Palavra, registrada na Bíblia. Precisamos ter nossos sentidos atentos para perceber o agir de Deus presente em nossas vidas nas mais corriqueiras ações e reconhecer o cuidado do Pai, contudo, muitos se colocam na posição de “muquerelas”, quando deixam de glorificar a Deus e escolhem murmurar, queixar, reclamar, lamentar... Deixando de lado essa atitude de ingratidão e de falta de reconhecimento de quem é Deus, vamos saber que Nele podemos vencer todas as batalhas, assim como Davi, Gideão, Josué e outros tantos homens frágeis como nós e que conquistaram grandes vitórias em nome do Senhor!
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
"Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares." Josué 1:9
A nossa reação diante dos problemas é estagnar e imaginar que eles são maiores do que nossa capacidade de enfrenta-los. Mas o que a Bíblia nos ensina e nos demonstra pelos exemplos de vários homens de Deus que sendo frágeis venceram grandes exércitos ou inimigos aparentemente poderosos. O que a Bíblia quer dizer com isso é que não precisamos temer os adversários. Quando os enfrentamos em nome de Jesus eles fugirão de diante de nós, pois Deus prometeu entregá-los ante nossa face. Apenas devemos ser fortes e corajosos! Se o Senhor está conosco, somos valorosos e o que precisamos fazer é assumir a vitória que é nossa! O autor de Hebreus 13:5 nos reporta a confirmação da promessa de Deus “Nunca te deixarei, jamais te abandonarei!” Isso significa que não estamos sozinhos. Mesmo quando não percebemos Deus está conosco e por isso não precisamos ter medo, pois nada nos separará do Seu amor. Precisamos ter claro em nossa mente e em nosso coração que Deus já deu a ordem, mas cabe a nós aceitarmos esse comando. Assim, toda vez que nossos inimigos quiserem nos oprimir devemos nos lembrar dessa palavra e tomar a vitória que é nossa, certos de que Deus é conosco por onde andarmos.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte. 2 Coríntios 12:9-10
Certamente essa afirmação do apóstolo Paulo causa estranheza, pois representa exatamente o contrário do que se propaga nos nossos dias, quando o que se ensina é que somos fortes, invencíveis, que comandamos o nosso destino e que devemos ser prósperos a qualquer custo. Se assim não for somos miseráveis, fracos, indignos... Mas a Bíblia em momento algum diz que somos fortes por natureza, ou por garantia de Deus. Ao contrário, ela afirma com vários exemplos de vida que todos nós estamos sujeitos a passar por momentos de fraqueza e que isso, além de não ser vergonhoso é o que nos fortalece, pois, paradoxalmente, a nossa força vem da fraqueza. Ninguém é forte o tempo todo, assim como também ninguém pode permanecer na fraqueza o tempo todo. Quando somos injuriados, humilhados ou desprezados temos a oportunidade de nos fortalecer e de deixar nossas dificuldades nas mãos de Deus. É aí que somos verdadeiramente fortes.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
“Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena”. (Provérbios 24:10)
Todos nós estamos sujeitos a passarmos por momentos de fraqueza, mas isso não significa que devemos nos acomodar e entrar em estado de conformismo, ou de nos passarmos por vítimas. Ninguém está livre de passar por momentos de angústia. Deus é a nossa força. Ter esse referencial é princípio básico para não nos deixarmos dominar pela fraqueza. Quando entregamos nossas fraquezas nas mãos de Deus, Ele que é poderoso para transformá-las em força para a nossa vida nos capacitará para enfrentarmos o problema ou o inimigo que se apresenta. Muitas vezes o inimigo é físico, outras vezes emocional ou espiritual e para cada momento precisamos de uma nova estratégia. Esta é a promessa suscitada por Paulo em 1 Coríntios 15:43 para quando nos encontramos fracos “Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor”. 1 Coríntios 15:43. Além disso, podemos contar com a ajuda do Espírito Santo em nossa vida quando nos encontramos fracos, pois “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. Romanos 8:26
domingo, 3 de agosto de 2014
"Forjai espadas das vossas enxadas, e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte", Joel 3:10
Com uma certa frequência
incompatível com os filhos da promessa,
nos momentos de adversidades, tendemos a achar que estamos sozinhos, que
somos incapazes de ir adiante. Rodeados de pessimistas ou de confiantes em deuses
estranhos, muitas vezes deixamos de olhar apara Aquele que, apesar de nossas
limitações sempre nos leva a suplantar as adversidades e a receber coisas
melhores e superiores. O que precisamos aprender é que a fraqueza é na verdade uma grande oportunidade
de superação. É o impulso para que alguém possa se tornar significativamente
mais forte. Vemos na história que as pessoas mais bem-sucedidas são justamente
aquelas que sabem retirar o melhor das suas fraquezas e limitações e,
principalmente, as que sabem reconhecer que a sua força vem de Deus. Na Bíblia
temos grandes exemplos de pessoas que mesmo em meio a momentos de fraqueza,
souberam tirar forças das fraquezas. O profeta Joel ensina o segredo. Mas
observe que ele ensina a forjar as armas com aquilo que a pessoa lida no seu
cotidiano. Não adianta luta com armas alheias, por mais potentes e atualizadas
que sejam. Essa lição foi feita por Davi que se recusou a usar a armadura de
Saul e foi à luta despido de aparatos bélicos. Na aparente fraqueza, o frágil
pastor venceu o temido gigante Golias. E o mais importante: ele assumiu sob o
risco da chacota do arrogante guerreiro filisteu o que o faria vitorioso. Assim
como Gideão, Davi tocou a trombeta da vitória: ele disse ao filisteu para que
todos pudessem ouvir qual era o seu segredo: “Tu vens a mim com espada, e com
lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o
Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado”. (1 Samuel 17:45) Não foi
a pedra, ou a pontaria certeira que deu a Davi a vitória, mas a confiança Naquele
que está à nossa frente. “Vai nessa tua
força. “Use a sua ferramenta de trabalho para glorificar a Deus.” Esse é o
segredo da vitória.
sábado, 2 de agosto de 2014
"Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho. " Hebreus 1:1
Sabemos que o propósito de Deus é ter intimidade conosco. Também nós quando queremos bem a uma pessoa é natural que a convidemos à nossa casa, que partilhemos com ela a mesa e a nossa intimidade. Vemos na Bíblia que Deus sempre se comunicou com Seus filhos por diversas formas, manifestando qual é o Seu desejo em nossas vidas. Às vezes Deus fala até mesmo no silêncio e, quando pensamos que Ele não está nos ouvindo, as circunstâncias se movem a nosso favor. Lemos em Juízes que Deus se manifestou a Gideão e afirmou sua presença repetidas vezes. Primeiro, por palavras: "Já que eu estou contigo, ferirás os midianitas como se fossem um só homem" (Juízes 6:16). Depois por sinais. Deus deixou o orvalho molhar uma porção de lã sem molhar a terra em volta dela (Juízes 6:36-38). E atendendo a uma necessidade de confirmação de Gideão, na noite seguinte, ele fez o contrário, deixando a lã seca no meio de terra molhada (Juízes 6:39-40). Quando Deus permitiu que Gideão ouvisse uma conversa entre dois soldados midianitas, na noite anterior à batalha, Ele estava confirmando a sua vitória iminente (Juízes 7:9-15). As respostas a Gideão também se concretizaram por meio das promessas cumpridas, principalmente no livramento do povo pela mão de seu guerreiro (Juízes 6:16; 7:7,22; 8:10-12). Assim como fez a Gideão, Deus faz a nós todos os dias. A diferença está no fato de que se Deus fala, nem sempre todos estão dispostos a ouvir. Ele tem nos falado desde o Éden, tem enviado profetas, tem mantido inabalável a Sua Palavra, mas ainda assim há os que preferem ouvir a voz do mundo, os ruídos do inimigo que provoca o medo e faz com que muitos se acovardem diante da batalha. Gideão foi à luta com seus trezentos valentes, que ouviram a voz do Senhor e Nele confiaram, enquanto os vinte e dois mil receosos ouviram a voz do mundo e se esconderam em seus medos, assim como os demais não souberam se comportar como quem tem ouvidos atentos ao comando do General. Deus tem nos chamado para a Sua Obra, e continua querendo dialogar conosco. Para isso, precisamos ter ouvidos para ouvir, por isso, Jesus Cristo repetia essas palavras mais vezes do que a própria mensagem da salvação: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça".
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. Gálatas 1:10
O livro de Juízes narra que Gideão e seus soldados se dedicaram a perseguir os midianitas e quando os soldados israelitas passaram nas cidades de Sucote e Peniel, pediram pão. Mas os homens dessas cidades não demostraram coragem para tomar uma atitude durante a batalha. Eles se recusaram a se juntar com os homens de Deus, porque não queriam ofender os reis dos midianitas. Ao analisarmos essa atitude, percebemos que a decisão desses homens estava baseada em uma preocupação política e não em uma convicção espiritual. Eles preocuparam muito mais com a eventual influência de homens importantes do que com a palavra do Senhor. Mas Deus viu que Gideão não agiu como os demais. Sua atitude foi diferente. Ele voltou às mesmas cidades e castigou aqueles que se acovardaram e se recusaram a apoiar os servos do Senhor na hora da batalha. Infelizmente, observamos que hoje muitas pessoas ainda agem como esses homens e se acovardam diante da batalha. Muitos preferem ficar em cima do muro e não se posicionam a serviço da obra de Deus. Ainda que aleguem ser discípulos de Cristo não agem como tal. Alguns trocam de lado ou definem suas posições doutrinárias de acordo com opiniões nem sempre confiáveis. Outros, por receio de ofenderem os homens, negam a sua fé. Em alguns casos, vemos homens defendendo veemente uma tradição, ou uma religião, mas sequer abrem a boca ou se posicionam em favor de Jesus, por essa razão o apóstolo Paulo afirmou que o cristão deve sempre definir a sua posição pela palavra de Deus, e não pela opinião dos homens.
Assinar:
Postagens (Atom)
Alimento para o espírito: segurança
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...
-
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...
-
O amor não é injusto Amado(a), quando amamos alguém queremos o melhor para aquela pessoa. Não queremos que essa pessoa sofra. Por i...
-
Amado(a), a expressão “Plantados” é usada no Antigo Testamento como “broto ou muda”. E nesse sentido podemos nos reportar aos salmos 1:...



















