Aquele que observa a palavra de Deus pode tomar posse
desta promessa, pois Deus abre portas para os que O reconhecem como Deus único
e soberano. Nem sempre conseguimos ver essa porta, mas ela estará aberta para
aqueles cujas obras estão de acordo com a Palavra de Deus. Na nossa fraqueza
seremos fortalecidos pelo Senhor porque não deixamos de reconhecer e de glorificar os Seu nome, e,
sobretudo, porque não nos moldamos ao mundo, sendo coniventes com a sua
proposta. Deus tem a promessa para aqueles que perseveram na fé e no
cumprimento da santa doutrina, e que não negam o Deu nome, nem mesmo diante das
pressões do mundo. Deus é fiel e cumpre as suas promessas e não deixará ver a
corrupção aqueles que guardam a sua palavra.
Devocionais da Igreja Cristã Manancial de Vida Contatos: devocionaisicmv@gmail.com
domingo, 9 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá? Isaías 43:13
O profeta
Isaías nos faz refletir sobre a soberania de Deus e sobre como é importante
confiar no mover do Criador em nosso favor. Mas as formas desse agir de Deus em
nossas vidas são infinitas, imprevisíveis e não atendem à lógica do raciocínio humano.
Ele age quando menos esperamos, usando pessoas ou estratégias das quais não imaginamos.
Tal como um jogo, as peças do quebra cabeça se encaixam e só vislumbramos a sua
forma apenas depois de tudo pronto. Nem sempre temos a consciência de que Deus
usa coisas ou pessoas para nos dar livramento ou bênçãos e só percebemos isso
muito tempo depois. Não devemos temer, devemos ter a confiança em Deus, pois Ele nos ajuda, sustenta e fortalece e por
mais difíceis que as coisas pareçam ninguém pode deter a mão de Deus. Vários são
os exemplos na Bíblia que nos mostram isso: José, Daniel, Josué... Aos olhos
dos homens eles estavam diante do mal, mas o Senhor mudou o curso da história e
Deus continua o mesmo hoje e sempre, por
isso precisamos atentar para a exortação de Isaías 41:10 “Não temas, porque eu
sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te
ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
“E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada”. Lucas 22:35
As
pessoas têm se preocupado muito com sua vida financeira e nunca estão satisfeitas
com o que têm. Essa é característica de uma sociedade consumista e a estratégia
de satanás para manter as pessoas distantes do Senhor. Quando nos aproximamos
de Deus e damos a Ele as primícias, não precisamos nos preocupar, sendo servos
do Deus Altíssimo, somos abençoados e
nada nos falta. Isso é promessa do Deus Altíssimo, de um Deus que não mente. Os
servos de Deus têm essa promessa e aqueles que nela confiam não se desesperam,
não procuram o pão fora da bênção do Senhor, porque sabem que esse pão não
farta, antes enfada e traz enfermidades para o corpo e para a alma. O pão que
não é bendito traz dores e tristezas. Mas quem anda nos caminhos do Senhor,
mesmo em tempos de crise não precisa se
preocupar, por isso Moisés afirmou em Êxodo 23:25 “E servireis ao SENHOR vosso
Deus, e ele abençoará o vosso pão e a vossa água; e eu tirarei do meio de vós
as enfermidades”.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
"Deste um estandarte aos que te temem, para o arvorarem no alto, por causa da verdade. (Selá.)" (Salmos 60:4)
A palavra estandarte, ou
bandeira simboliza a marca do vencedor e quando o salmista a emprega neste versículo
ele está se referindo à vitória dos que temem a Deus. Nesse caso, temer aqui
significa respeitar os mandamentos e os preceitos e seguir a direção de Deus
para nossa vida. Se assim o fizermos
estamos na verdade e desse modo podemos levantar a bandeira da vitória, porque
Deus nos permitirá. Quando nos mantemos fieis a Deus, independente das
circunstâncias Ele peleja por nós. Receber o estandarte é uma honra e poder
fincá-lo no monte mais alto é dar visibilidade a uma conquista. Jesus nos deu a
vitória sobre o pecado e sobre a morte eterna e por isso precisamos mostrar ao
mundo quem é o autor e consumador de nossa fé. O estandarte que Ele colocou em
nossas mãos precisa se mostra ao mundo.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Eis agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação. (2 Corintios. 6:2)
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Gálatas 6:9
O apóstolo Paulo estava incentivando o povo da Galácia a nunca deixar de fazer o bem, pois cria que, em
tempo oportuno, o povo colheria se não
desfalecesse. Paulo esta nos ensinando, assim como aos gálatas, que não devemos
desistir. É justamente quando pensamos que nossas forças estão se esgotando é
que devemos clamar ao Senhor e pedir que
Ele nos renove. Esse versículo demonstra que Deus quer nos abençoar, mas Ele
espera que permaneçamos firmes e constantes na fé, pois é justamente esse o
ponto em que muitos esbarram. Como afirma um dito popular: nadam e morrem na
praia. Em outras palavras, buscam, esperam, confiam, mas saem do lugar da bênção.
A probabilidade de desfalecermos é grande, por isso mesmo nossa confiança deve estar no Todo Poderoso, não
em nossas forças, posto que somos fracos e limitados e disso Paulo sabia muito
bem. Lembremos que tudo nos é permitido, mas precisamos saber que em toda
situação difícil que enfrentamos Deus nos permite escolher entre fazer o bem mesmo
àqueles que foram ingratos ou que nos fizeram mal, ou podemos ser vingativos. Todavia,
jamais estaremos livres das consequências
de nossas decisões.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Onde, pois, estão os teus deuses, que fizeste para ti? Que se levantem, se te podem livrar no tempo da tua angústia; porque os teus deuses, ó Judá, são tão numerosos como as tuas cidades. Jeremias 2:28
O profeta questiona o povo
em sua época e nos faz refletir sobre o mesmo tema ainda hoje: o que podem
esperar as pessoas que se ajoelham diante de deuses feitos pelas mãos humanas?
Onde estão os deuses de barro, de ferro, de madeira ou de outros materiais perecíveis
que povoam as residências daqueles que ignoram as orientações bíblicas, sob o
estímulo de sacerdotes e líderes religiosos que permitem essa adoração condenada
pela Bíblia, sob a falsa explicação que a imagem lembra Jesus, Maria e os
santos e o ato de ajoelhar-se diante delas, ou carregá-las em procissão é
apenas uma ato de veneração, e quem o faz não está prestando adoração à
estátua, mas “apenas assumindo uma postura de oração”. Essas pessoas alegam que
a genuflexão é uma postura de reverência que exterioriza um sentimento de
humildade e piedade interior, e só se
caracterizaria um ato de adoração se houvesse
a atribuição do status de divindade ao objeto em substituição à Deus. O que dizer das
romarias feitas em busca das imagens às quais são atribuídos fenômenos como chorar
lágrimas de sangue, ou milagres diversos? Se isso não é atribuir a um objeto o
que só poderia ser atribuído a Deus, ainda que esse objeto seja tido como uma “lembrança”da
divindade, o que é então? É uma justificativa incoerente e frágil, pois a
Bíblia é muito clara quando afirma que não devemos fazer imagens à semelhança do
que está nos céus e muito menos devemos nos prostrar diante dela. "Não
terás outros deuses além de mim. Eis apenas alguns: "Não farás para ti
nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas
debaixo da terra”. (Êxodo 20:3-4); "Não se voltem para os ídolos nem façam
para vocês deuses de metal. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês”.(Levítico 19:4);
“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por
imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros,
quadrúpedes e répteis”.(Romanos 1:22-23). Deus quer ser adorado em espírito e
em verdade e para que o conhecêssemos enviou Jesus. Por meio Dele, podemos
chegar ao Pai e não precisamos de nenhum objeto ou ponto de contato, por isso o
apóstolo João firmou: “E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu
entendimento para que conheçamos ao Verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos,
isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”. (1
João 5:20).
domingo, 2 de fevereiro de 2014
E era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso Rei. Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso Rei? Responderam os principais dos sacerdotes: Não temos rei, senão César. João 19:14,15
O que o texto em epígrafe relata
é parte do que conhecemos como a paixão de Cristo. O episódio dramático da crucificação
de Jesus por escolha daqueles que caminharam com Ele, que viram seus milagres e
ouviram suas pregações. Mais do que isso: testemunharam sua forma simples e
coerente de viver e de amar a humanidade. Quando lemos esse trecho bíblico pensamos
que isso aconteceu há mais de dois mil anos e que, a não ser por rememoramos o episódio
em eventos religiosos, essa cena ficou
no passado. Contudo, se observarmos com mais profundidade o caminhar da
sociedade e da Igreja, vemos que essa passagem continua acontecendo
cotidianamente. Muitos estão aceitando “César” que figurativiza o mundo, ou satanás,
como seu rei e seguem crucificando Jesus em cada atitude, apedrejando-o, cuspindo em
sua face, trespassando seu corpo com uma lança, vendendo-o por moedas de ouro. Isso
acontece quando a opção pelos prazeres da carne é feita em detrimento do sacrifício
do Senhor. O que vemos é grande carnaval, uma exaltação de que tudo que a carne
pede é válido, mas, diferentemente de quando foi criado, o carnaval de hoje dispensa
as máscaras. Não há mais a necessidade de se esconder para deixar fluir os
desejos da carne, é chamado de herói aquele que “tem coragem de expor seus
desejos”. Quem declara que “César”é o seu rei, rejeitando Jesus e sua cruz é
aclamado. Quem se opõe ao mundo e às suas concupiscências, tendo crucificado os
seus desejos é criticado e açoitado. Mas, conforme diz a Palavra de Deus:
aquele que perseverar até o fim terá a coroa da vida.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
"Os impossíveis dos homens são possíveis para Deus". - Lucas 18:27
Jesus nos lembra que o impossível
é apenas falta de fé e confiança Naquele que tudo pode. Quando sabemos em quem
depositar nossa confiança e compreendemos que em Deus tudo é possível, vemos
que não há limites para a fé. Por essa razão o salmista afirma que "Muitas são as aflições do justo, mas o
Senhor de todas o livra." (Salmo 34:19). Quando o apóstolo Paulo afirmou:
"Tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:13), ele
reiterava o que Jesus disse: o impossível não existe para Deus. Não há problema
que não tenha solução, quando confiamos em Deus. Deus é maior do que qualquer
problema. A Bíblia diz em Habacuque 2:4 que "o justo viverá pela sua
fé" e a que a fé remove montanhas
(Mateus 17:20). Então, não podemos desanimar jamais diante dos problemas, o que
temos que fazer é clamar a Deus por socorro, é colocar a nossa fé em ação, esperando
pela resposta do Senhor que nos diz por meio do profeta Jeremias 33:3 "Clama
a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não
sabes."
Lembre-se:
para quem crê, o impossível não existe. Existe um Deus de poder que é
misericordioso para nos dar livramento e bênçãos infinitas!
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. Hebreus 11:3
A Bíblia
diz em Gênesis que no princípio criou Deus os céus e a terra, pela palavra. A
terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo. Mas o
Espírito de Deus se movia sobre a face das águas e quando Ele disse: “Haja luz”
houve luz. Sabemos que quem tem poder e
autoridade faz acontecer quando apenas ordena! A fé é um mecanismo de poder que
faz com as pessoas vejam as coisas acontecer, assim como no princípio, narrado
em Gênesis. Pela fé podemos viver ou experimentar o poder e a majestade de Deus
em nossas vidas, assim como os consagrados heróis citados na Bíblia: “Pela fé
Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou
testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela,
depois de morto, ainda fala. Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a
morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua
trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus. Ora, sem fé é
impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus
creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. Pela fé Noé,
divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da
sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro
da justiça que é segundo a fé. Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo
para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.
Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas
com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque esperava a
cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus. Pela fé
também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora da
idade; porquanto teve por fiel àquele que lho tinha prometido. Por isso também
de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas
do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar. Todos estes
morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e
crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na
terra. Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria. E
se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade
de tornar. Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também
Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou
uma cidade. Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele
que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. Sendo-lhe dito: Em Isaque
será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até
dentre os mortos o ressuscitar; E daí
também em figura ele o recobrou. Pela fé Isaque abençoou Jacó e Esaú, no
tocante às coisas futuras. Pela fé Jacó, próximo da morte, abençoou cada um dos
filhos de José, e adorou encostado à ponta do seu bordão. Pela fé José, próximo
da morte, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu ordem acerca de seus
ossos. Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais,
porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei. Pela
fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,
Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de
tempo ter o gozo do pecado; Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do
que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa. Pela fé deixou o
Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível. Pela
fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogênitos
lhes não tocasse. Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o que
intentando os egípcios, se afogaram. Pela fé caíram os muros de Jericó, sendo
rodeados durante sete dias. Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os
incrédulos, acolhendo em paz os espias. E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo
contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de
Samuel e dos profetas, Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça,
alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, Apagaram a força do fogo,
escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se
esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos. As mulheres receberam
pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu
livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; E outros experimentaram
escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados,
tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de
cabras, desamparados, aflitos e maltratados (Dos quais o mundo não era digno),
errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra. E todos
estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, Provendo Deus
alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem
aperfeiçoados”. (Hebreus 11:4-40).
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Os aflitos e necessitados buscam águas, e não há, e a sua língua se seca de sede; eu o SENHOR os ouvirei, eu, o Deus de Israel não os desampararei. Abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em lagos de águas, e a terra seca em mananciais de água. Plantarei no deserto o cedro, a acácia, e a murta, e a oliveira; porei no ermo juntamente a faia, o pinheiro e o álamo. Para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do SENHOR fez isto, e o Santo de Israel o criou. Isaias 41: 17-20
Essa palavra é alento para
aqueles que esperam no Senhor. Deus jamais desampara os que Nele confiam, ainda
que tudo pareça adverso. No deserto, Deus se revela e mostra a Sua face quando
buscamos a sintonia com Ele e nos propomos a estabelecer esse contato. Quando estabelecemos
essa relação estável, temos a certeza por
saber que Cristo é a nossa fortaleza, e de que toda a nossa esperança está firmada
Nele. É gratificante saber que Deus cuida de cada um de nós em todas as
situações e assim como afirma o profeta, nosso coração se rejubila. O Senhor
está com a Sua mão estendida para conceder aquilo de que precisamos. O profeta nos
traz o conforto de saber que não estamos sós. Deus cuida de nós e mesmo em meio
às adversidades que nos assolam é Ele quem nos envia a Sua sombra para que
possamos nela descansar. Ele é o bálsamo que cura todas as nossas dores.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Eu te conheci no deserto, na terra muito seca. Oséias 13:5
Aprendemos muito quando
passamos pelos desertos da vida, e somente quando olhamos para trás é que vemos como foram importantes,
apesar de termos consciência de que aqueles momentos são dias tristes e
angustiantes, dos quais tentamos nos libertar. São tempos de crises, de dores na
alma, são tempos de perda e de profunda depressão. Contudo, é inegável que o
deserto é o lugar da restauração, quando nos dispomos a tirar dele uma lição em
meio à adversidade. Esse é o momento propício de conhecermos ou de
aprofundarmos nosso conhecimento sobre Deus, assim como nos mostra o profeta
Oséias. Quando passamos pelo deserto, Deus nos dá a oportunidade de nos
aproximar Dele, de amadurecer e de aprender a confiar e a esperar. Todavia, essa
é uma escolha pessoal. Assim como o povo que saiu do Egito, nem todos aprendem
no deserto, alguns preferem murmurar e seguir outros deuses. Mas aqueles que
veem o deserto como um lugar de encontro com Deus e consigo mesmo saem
vitoriosos e aptos a receber a terra prometida. Quando estamos no deserto descobrimos
quem são os verdadeiros amigos, desmascaramos os falsos e estabelecemos
relacionamentos íntegros e sinceros. É no deserto que aprendemos a depender de
Deus, a confiar, esperar em Deus para sermos direcionados por Ele e para Ele. Por essa
razão não devemos murmurar ou resistir, pois se estamos passando pelo deserto, com
certeza Deus está nos restaurando. Mas a Bíblia nos faz ponderar sobre essa passagem,
pois muitas são as pessoas que quando estão no deserto conhecem a revelação de
Deus, mas depois que se fartam, que alcançam livramento esquecem-se de Deus. Isso
porque não houve um compromisso, uma ligação, um desejo sincero de ter um
relacionamento com o Senhor.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. 1 Pedro 4:10
O despenseiro é o
encarregado por distribuir os alimentos que estão armazenados na despensa, mas
a provisão vem de Deus. Essa é a compreensão que devemos ter das palavras do
apóstolo Pedro. Toda honra e toda glória deve ser dada a Ele, não ao
administrador do dom. Deus usa a nossa vida por meio dos dons que atribuiu a
nós para que possamos abençoar a vida de uma pessoa, mas o abençoador é Ele! Pedro
explica essa estratégia de Deus usando a figura do despenseiro, mostrando o
papel dos filhos e servos de Deus nesse mundo. Devemos nos alegrar por poder cumprir a exortação
de Pedro, pois ser um canal de benção é maravilhoso e ver Deus usando a nossa
vida para tocar e abençoar outras vidas
é muito melhor do que ser o recebedor das bênçãos. Sabemos que Deus não precisa
de nós para agir, mas Ele é um Deus de
relacionamento, por isso escolheu usar o
homem para fazer a Sua obra, pois apesar de não precisar, Ele quer a nossa
participação. Ele quer usar pessoas que são sensíveis à Sua voz e busca pessoas
dispostas a colocar a Seu serviço os dons que Ele nos concedeu.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos. 1 Crônicas 29:14
As palavras de Davi nos
lembram que nós não somos deste mundo, apenas estamos nele e nada do que usufruímos
aqui nos pertence. Somos apenas mordomos daquilo que Deus nos confia e de tudo
devemos prestar conta, conforme afirma Jesus em Mateus 25:14-30 na parábola dos
talentos, quando Ele mostra que o Senhor entregou os talentos para os servos
administrarem. Isso significa que nada é
nosso, mas sim de responsabilidade nossa: nossos bens materiais e imateriais, nosso
o corpo, nosso cônjuge, nossos filhos, nossos pais e nossos irmãos… As palavras
de Jó nos fazem refletir sobre isso “Nu saí do ventre de minha mãe e nu
voltarei; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o Nome do SENHOR!”
(Jó 1.21), assim como as palavras de Moisés em Gênesis 2:15 atestam que Deus não deu o jardim a Adão e Eva, mas deu-lhes uma concessão para que
pudessem desfrutar daquilo que fora permitido “E tomou o Senhor Deus ao homem e
o pôs no Jardim do Éden para o lavrar e guardar.” Lembremos que Deus fez restrições
e que nem tudo estava à disposição deles e que a desobediência a isso foi o
motivo da queda do homem. Hoje, temos à nossa disposição os bens e os talentos
que Deus nos concedeu, mas não podemos nos esquecer de que tudo a Ele pertence,
por isso, como Davi, temos que nos lembrar de que nada somos e o que entregamos
a Deus a Ele já pertence. O que fazemos é honrá-Lo, reconhecendo que só damos
porque Ele nos entregou primeiro. Não podemos continuar na desobediência e nem
na ilusão de que o que temos não provém de Deus, pois a Bíblia deixa claro em
vários momentos que tudo pertence ao Criador. Em I Cor 10:26 Paulo afirma “Porque
do Senhor é a terra e a sua Plenitude” e em Colossenses 1:16 “... tudo foi
criado por meio dele e para Ele.” Ageu 2:8 registra “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos
Exércitos.” E Davi destaca a soberania de Deus nos Salmos 50:10 “Porque meu é
todo o animal da selva, e o gado sobre milhares de montanhas. Conheço as aves
dos montes e minhas são todas as feras do campo...”
domingo, 26 de janeiro de 2014
Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos. Juízes 21:25
O livro de Juízes faz menção ao comportamento do povo, demonstrando que a falta de valores ou de uma liderança segura abriu as portas para um relativismo que muito se assemelha ao que presenciamos hoje na sociedade e também na Igreja. Quando somos levados a deixar os conceitos de certo e errado, a realidade passa a ser o pensamos e assim se torna relativa. Nesse prisma não há erros, pois tudo é relativo se depende do ponto de vista e da vontade de alguém ou de um grupo. Assim como em Israel, quando não havia reis, estamos vivendo em um tempo que tudo pode. A permissividade é resultado da falta de um código moral e ético compartilhado pela sociedade, quando nela não há um rei e assim como povo de Israel em Juízes, se não há um compartilhamento de valores e tudo é possível nenhum relacionamento se sustenta, seja ele pessoal ou profissional e como consequência as instituições se dissolvem, a começar pela família e por extensão a Igreja. Quando buscamos satisfazer as vontades da carne, negligenciamos princípios basilares da sociedade ou regras de convivência, ignorando as consequências de nossas atitudes, produzimos uma moral relativa que atende ao nosso interesse pessoal. Ou de igual modo, quando não nos posicionamos contra o mal, ou contra toda forma de banalização desse mal, estamos aceitando ou fazendo coro com o mal. E assim como os que o praticam em nome de uma liberdade permitimos que o mal nos contamine, dando legalidade ao inimigo. Sendo desobedientes ou fazendo vista grossa à desobediência, relativizando-a, não estaremos isento de sua consequência: a destruição. Nenhuma sociedade ou instituição sobrevive sem um limite moral e ético. A Bíblia está cheia de exemplos e a História secular também. Mas o verdadeiro cristão sabe que crer somente não basta. É necessário obedecer e permanecer fiel aos princípios do Senhor, sem fazer coro com o mundo que age por conta própria.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. 1 Coríntios 2:12
O apóstolo Paulo nos exorta
a cuidarmos de nossa vida espiritual, cuidando para não sermos contaminados
pelas coisas do mundo. O mundo e seu sistema
é fomentado por satanás que tudo faz para afastar as pessoas das orientações de
Deus. Dominado pelo inimigo de nossas almas, o mundo, como sistema enfatiza os
prazeres a imoralidade o espírito de rebelião que faz com as pessoas ignorem ou
Deus, e ajam com indiferença a Ele e à sua revelação, como se fossem capazes de
controlar ou dirigir suas vidas de forma autônoma. Para isso, satanás lança idéias
mundanas de moralidade, das filosofias, psicologia, desejos, governos, cultura,
educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas econômicos, diversões,
comunicação de massa, esporte... E assim, como se fosse uma questão de evolução
natural da humanidade, planta a sua doutrina para opor-se a Deus, ao seu povo,
à sua Palavra e aos seus padrões do Criador. Mas o Senhor nos ensina em Mateus
16:26 “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua
alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?”
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; Eclesiastes 12:1
A Bíblia reiteradas vezes nos
alerta sobre a fragilidade da vida, sobre a insensatez da busca pelas coisas
materiais e a vaidade por trás dos nossos atos, deixando claro que a nossa presença nesse mundo é apenas
passageira. Salomão, no livro de
Eclesiastes se dedica a refletir sobre esse tema e, no Novo Testamento Jesus e
os apóstolos se referem aos cristãos renascidos de “peregrinos” e
“forasteiros”. Em Filipenses 3:20 Paulo afirma que “Nossa pátria está nos céus”
e por isso precisamos dar mais atenção à eternidade, pois a vida terrena é efêmera
e frágil. Precisamos nos lembrar de quão frágeis somos, ainda que pareçam fortes.
Mais do que isso, precisamos nos lembrar de nosso Criador, enquanto somos
jovens, pois não sabemos quando Ele nos chamará. Tolos são os que acreditam que
podem levar uma vida de prazeres, ignorando Deus e Sua Palavra. Chegará o dia
em que serão chamados e é certo que não
há um aviso prévio para esse momento. Sábio é aquele que coloca Deus e Seus
princípios em primeiro plano. Esse não será surpreendido.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Portanto, se Deus lhes deu o mesmo dom que a nós, quando havemos crido no Senhor Jesus Cristo, quem era então eu, para que pudesse resistir a Deus? Atos 11:17
Precisamos ouvir a vontade
de Deus, essa é a mensagem que o escritor de Atos passa a Igreja de hoje. Muitas
vezes fazemos a nossa vontade insistindo ser a vontade de Deus. Isso acontece
em alguns casamentos que iniciam sem que Deus seja consultado. A Bíblia diz: o
que Deus uniu o homem não separe, mas será que Deus uniu, ou foi a vontade do
homem que insistiu em fazer algo contrário à vontade de Deus. Muitas vezes queremos
tanto uma coisa que nos tornamos surdos para ouvir a orientação do Senhor que
chega a nós por meio dos profetas, da Bíblia e até mesmo das pessoas próximas ou
desconhecidas. Damos a nossa interpretação para o que lemos, ou questionamos a orientação
que nos dão. Resistimos à Palavra, mas precisamos saber que, inevitavelmente,
colheremos os frutos de nossas atitudes. Precisamos saber que se a palavra não
é suave, é o tratamento de Deus que dói, mas não deixa cicatrizes e não traz
efeitos colaterais. Quando resistimos, de uma forma ou de outra, Deus nos faz
enxergar nossa tolice e mais adiante nos coloca de frente com o problema que
criamos ao deixar de ouvir o que Ele nos diz. Foi assim com o profeta Jonas e
tem sido assim com todos aqueles que resistem. Quem somos nós para resistir a
Deus? Essa pergunta pode ser respondida, quando fazemos uma reflexão sobre
todas as nossas atitudes passadas e nos colocamos diante das consequências
advindas.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Portanto livrarei as minhas ovelhas, para que não sirvam mais de rapina, e julgarei entre ovelhas e ovelhas. Ezequiel 34:22
Essa palavra trazida pelo
profeta Ezequiel é uma alento para os que temem a Deus, quando pensamos que os
maus, os corruptos, os predadores estão sendo privilegiados muitas vezes à
custa de explorar ou de sacrificar aqueles que amam e servem ao Senhor. O Senhor está atento a tudo que é feito contra
ou a favor dos seus filhos. Mas observemos também que o profeta afirma que Deus
distinguirá as ovelhas. Nem sempre quem frequenta uma igreja ou se declara cristão
é verdadeiramente ovelha do Senhor. Em João
10: 27, o Senhor Jesus afirma: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as
conheço, e elas me seguem”. Quem conhece Jesus, segue os Seus ensinamentos e
deles não se desviam. Deus está dizendo que fará separação entre as ovelhas e
com toda certeza não permitirá que aqueles que ouvem a Sua voz e O segue seja
alvo dos predadores.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. 2 João 1:9
O apóstolo João, nesta
segunda carta, deixa bem claro que aqueles que prevaricam, ou seja, não cumprem
o seu dever por interesse ou por má-fé; que desobedecem à verdade de Cristo não
podem ser considerados filhos de Deus, ainda que se proclamem cristãos. O apóstolo
descreve os prevaricadores como enganadores, como anticristos e deve ser considerado
inimigo do evangelho de Cristo todo aquele que distorce a doutrina bíblica e a
ela se opõe. Deus nos adverte para termos cuidado com essas pessoas para não
nos deixar levar pelos os falsos ensinos. Precisamos pedir a Deus que nos dê o discernimento
para identificar as falsas doutrinas, lembrando que um dos sinais da volta de
Cristo é a apostasia (I Timóteo 4). Aquele que diz que é de Deus segue a Sua Palavra e não apenas os recortes
que lhe convém.
Assinar:
Postagens (Atom)
Alimento para o espírito: segurança
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...
-
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...
-
O amor não é injusto Amado(a), quando amamos alguém queremos o melhor para aquela pessoa. Não queremos que essa pessoa sofra. Por i...
-
Amado(a), a expressão “Plantados” é usada no Antigo Testamento como “broto ou muda”. E nesse sentido podemos nos reportar aos salmos 1:...



















